quarta-feira, 26 de março de 2008

LiMpAnDo A vIdA

Em tempos de retirar
bagulhos, velharias
descatáveis a remover
Externamente é fácil tirar
internamente varias
mas, se faz necessário promover
Limpar,
esvaziar,
abrir,
fechar,
. . .
cuidar!
Sem medo,
engano ledo,
sentimentos
pensamentos
vivências...
VIVENDO!

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

CoMeÇos

Na vereda dos começos
desconsidera-se os apreços
banaliza-se os sentimentos
para manter suprimentos...

No entanto,
é no encanto
que se prende,
em pranto
mas não se sente.

E no esconder
das aparências
deixa-se perecer
desprezando as transparências.

?

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

NuMa DeSsAs NoItEs FrIaS

...
O entardecer veio leve
com uma garoa fina
fria e, insistente
límpida
transparente!

Bebo uma xícara de chá
me aqueço
ao menos por dentro

mas, olho pela janela
e vejo o ontem
reflito no caminhar

penso nos desafios vencidos
outros embates
perdidos

suspiro fundo...
e, concluo:
sinto frio mas,
sinto a vida
a pulsar. . .

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

FiNaL

Novamente se é um,
pode-se de novo contemplar
sentir os olhos marejar,
pois não há mais
do que se culpar.

(EsCrItO em 05/12/1987 às 15h40,
reproduzido agora apenas
como doce lembrança)

domingo, 9 de dezembro de 2007

PaRtE 3

No grito, a libertação,
o pedido de perdão,
a paz vindo logo,
enchendo o coração.
Neblina e pássaros,
serras e silêncio.
Gritos de perdão,
em tudo a reconciliação.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

PaRTe 2

O silêncio a falar
As serras imóveis, eternas
a tudo presenciar.
Erguer os braços,
gritar forte.
Ouvir ao longe...
o eco do ribombar...
de vozes silentes!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

NuMa DeSsAs TaRdEs De InVeRnO

PaRtE 1

. . . Neblina caindo,...
Os pássaros cantando,
O silêncio imperando,
E meus olhos contemplando.


Ver ao longe as altas serras,
Azuladas, fortes,
Montanhas de pedra.
Imponentes, serradas,
Cheias de escarpas delgadas.

E sentir e gozar,
Sorrir, machucar.
E ir e pecar.
Cair, ...
levantar...