quinta-feira, 29 de novembro de 2007

EsVaInDo-Se...

Ouça o silêncio!!!!!
Ouviu?
Nele ouça seu coração...
este silêncio:
diz tudo!
E nele o que soa é lindo,
e nele o que soa
é suave...
A música dos desejos...
harpas,
e liras
tocam a música do amor;
que mais uma vez
te convida:
ama-me!
Sei que sorri!!! (rsrsrs)
E é belo!
Consentes...
na simplicidade
te convida
ao amor!
É quase uma prece!
Venha!
Venha logo!
Não me deixe
em completo
desalinho
à sua espera.
Não demore,
por favor:
venha me fazer um carinho!
. . .

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

PeLa JaNeLa

Pela janela pode-se ver...
troncos e folhas verdes
de uma árvore
de uma vida
de possibilidades
de probabilidades
cada galho desses troncos
um caminho...
uma vereda...
uma alternativa...
na brisa que balança
folhas que movimentam
vida pulsando...
(aqui, ela estaria esvaindo, sem que eu percebesse!!!)
pela janela!

terça-feira, 6 de novembro de 2007

pArAfRaSeAnDo ArEs E MúSiCaS

Canções se movem...
no deslocamento do ar e,
nem sempre atinam a todos os ouvidos.
Algumas notas são instrumentalizadas com o
burburinho do fluido de gás
que ao propargar-se,
esbarram na abertura da parede
a meio piso.

Mas, percebe-se a pertubação atmosférica.
Pequena pausa na vibração
do bom ruído.
Tumultos sentimentais
reclamam direito fundado
para aperfeiçoar,
decidir
com atento olhar.

Parafraseando DeFiNiÇõEs E pErDaS

Verdade que "Definições incluem perdas",
pois que "Velhos se renovam"
- se se renovam deixam de envelhecer!
O RE-novar-se traz de volta
a jovialidade e a juventude,
vitaliza-se!
Flui de novo!

(IM) pOnDeRaR

PaRaFrAsEaNdO: iMpOnDeRaBiLiDaDeS dE uM
vErBo Só

Não avaliar, não estudar, não pesar as
possibilidades é não oportunizar a vida a
surpreender-nos.
É desvestir-se de cerimônias e viver o trivial
o dia-a-dia
cotidianamente
ainda que reinventado
alimentado de pequenas gentilezas
sorrisos
piscadelas
café
suco
cheiro no cangote
assim homogêneo
elementar
natural
sem malícia e,
mero
E, do fazer-se
material
daquilo que se pode tocar
religiosamente
me delicio
ainda que não seja
um mister
faço desse momento
forma de registrar
meu desejo
a exalar
conjugado
nessa linguagem.


quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Ilusão

Somos nós que nos iludimos,
por querer que as criaturas
dêem o que não podem e
que ajam como imaginamos
que devam agir.
...reações emocionais
metas ilusórias
inexistentes...
experiências únicas,
inconstante
desencontro
e aflição
tentativas
irrealidades.
O negar-se...
valorando valores
irreais...
apego de materialidades
quando na verdade
a sedução da realidade
abandonada em amor
pela complacência e
pelo costume...
covardia!